Em uma escalada de tensão que agora atinge diretamente a economia brasileira, foi confirmado que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou um decreto que impõe uma tarifa de 50% sobre produtos do Brasil, nesta última quarta-feira, dia 30 de julho.
A medida drástica, que abalou o governo brasileiro, teve como justificativa oficial a suposta “perseguição política” ao ex-presidente Jair Bolsonaro, em uma nova e dura ofensiva da Casa Branca contra o Brasil.
A Casa Branca concedeu uma entrevista através de um comunicado e falou sobre a motivação da medida. O texto acusa autoridades brasileiras de “graves abusos de direitos humanos” e cita diretamente o ministro Alexandre de Moraes.
De acordo com o texto, o ministro seria responsável por “ameaçar, perseguir e intimidar milhares de seus opositores políticos”, chegou a ser dito na nota que foi divulgada.
Com a notícia do decreto, os detalhes da justificativa americana vieram à tona. O governo Trump alega que a medida visa “proteger cidadãos americanos contra perseguição política” e “salvaguardar a liberdade de expressão americana contra censura”.
Neste momento de crise, o governo brasileiro tenta buscar o diálogo. O vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro Fernando Haddad afirmaram que, apesar de tentarem negociar, um plano de contingência já está sendo preparado para lidar com o impacto.
A medida se soma à recente revogação de vistos de oito ministros do STF, uma demonstração de força e de desrespeito pelo o que a soberania de uma nação representa.
No momento, as relações entre Brasil e Estados Unidos estão em seu ponto mais baixo. O sentimento é de grande incerteza, enquanto o presidente Lula se diz disposto a telefonar para Trump, na esperança de reverter uma crise que afeta a todos os brasileiros.
