Em um dia de grande tensão política, a reação do ex-presidente Jair Bolsonaro à sanção contra seu principal adversário no STF surpreendeu a todos, nesta última quarta-feira, dia 30 de julho.
A tranquilidade do ex-presidente veio após a notícia de que o governo de Donald Trump aplicou a Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes, uma medida vista como uma grande vitória para seus apoiadores.
Aliados que estavam com o ex-presidente no momento da notícia concederam entrevistas e falaram sobre sua reação. Ao ser informado, Bolsonaro ouviu atentamente e respondeu de forma serena:
“Nada a declarar”, revelou uma fonte, sobre sua postura diante da notícia, revelando que o ex-presidente não quis realizar nenhuma declaração que fosse comprometedora.
Com a notícia da sanção, os detalhes da expectativa de seus aliados vieram à tona. Esperava-se uma comemoração efusiva, já que a medida foi articulada por seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro, mas o ex-presidente optou pelo silêncio.
Neste momento de crise, a Casa Branca indicou que a pressão pode aumentar. O governo Trump agora estuda estender as sanções para outros ministros do STF, como Luís Roberto Barroso e Gilmar Mendes.
Além disso, também já havia sido sinalizado que há o objetivo de aumentar 50% nas tarifas de produtos brasileiros. A justificativa americana se baseia no o que eles consideram ser a democracia e a perseguição a um aliado político.
No momento, o Brasil aguarda os próximos capítulos da crise diplomática. O país se encontra em meio a um xadrez político complexo, onde o silêncio calculado de Bolsonaro contrasta com a ofensiva agressiva do governo americano.
Bolsonaro está enfrentando problemas na Justiça e no momento utiliza tornozeleira elétrica. Além disso, ele não pode realizar declarações em suas redes sociais.
