Ataque dos EUA e Israel ao Irã atingem escola e deixam mais de 50 mortos

Grande ataque contra Irã teve início nesta sábado, dia 28 de fevereiro

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Ações militares, mesmo quando direcionadas a alvos estratégicos, frequentemente resultam em danos colaterais que atingem civis e ampliam o sofrimento em regiões já marcadas por tensão.

Foi nesse cenário delicado que um ataque registrado nesta segunda, dia 28 de fevereiro, deixou 57 alunas mortas em uma escola na cidade de Minab, no sul do Irã, conforme informou a agência estatal IRNA.

De acordo com o governador do condado, Mohammad Radmehr, outras 60 estudantes ficaram feridas, sendo que 53 ainda permaneciam sob os escombros até a última atualização. Equipes de resgate seguem mobilizadas na tentativa de localizar sobreviventes e retirar vítimas do local atingido.

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A cidade de Minab fica na província de Hormozgan, próxima ao estratégico Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte de petróleo do mundo. O episódio ocorreu durante uma ofensiva coordenada atribuída a Estados Unidos e Israel contra alvos iranianos.

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No sábado, explosões foram registradas em Teerã e em outras cidades do país. Segundo autoridades israelenses, o líder supremo Ali Khamenei e o presidente Masoud Pezeshkian estavam entre os alvos pretendidos, embora não haja confirmação sobre os resultados da ação.

Em resposta às investidas, o Irã lançou mísseis contra território israelense e realizou ataques contra bases militares norte-americanas no Oriente Médio, ampliando a tensão regional. O paradeiro de Khamenei não foi detalhado, enquanto a agência estatal informou que Pezeshkian está em segurança.

O ataque à escola provocou comoção nacional e reacendeu debates sobre os limites das operações militares em áreas povoadas. Organizações locais reforçam o apelo por proteção à população civil, especialmente crianças e adolescentes, que acabam expostas a riscos em meio a disputas geopolíticas.

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Enquanto as buscas continuam em Minab, o clima no país é de apreensão. O episódio reforça como confrontos entre nações podem gerar consequências profundas e imprevisíveis, afetando diretamente comunidades que não participam das decisões estratégicas, mas acabam no centro dos acontecimentos.

Escrito por

Paulo Machado

Colunista de portal de notícias dedicado a TV e Famosos, Curiosidades, Saúde Natural e Bem-estar, Finanças e Política Brasileira