Velório de empresária que não resistiu após ter a vida tirada por diretor de presídio é marcado por forte comoção na BA

Mais detalhes foram expostos sobre uma empresária que foi encontrada sem os seus sinais vitais. Muitos estão lamentando sua partida.

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A despedida de Flávia Barros, de 38 anos, neste início de semana, é carregada por um simbolismo cruel. Em um intervalo de apenas oito dias, a empresária e estudante de Direito celebrou o aniversário, foi pedida em namoro e teve a vida interrompida.

A empresária foi encontrada em um quarto de hotel na região de Aracaju, em Sergipe. O velório, realizado entre a noite de domingo e a manhã desta segunda-feira (23 de março de 2026) em Paulo Afonso (BA), reuniu amigos e familiares.

Nascida em Santa Brígida, mas com raízes profundas em Paulo Afonso, Flávia era uma figura conhecida e querida na região. O trajeto de sua despedida reflete sua história. O velório aconteceu na região de Paulo Afonso, onde ela morava e estava construindo sua carreira como empresária.

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Após as homenagens que aconteceram durante o período da manhã de hoje, o corpo seguiu para Canindé do São Francisco, em Sergipe. O sepultamento está marcado para acontecer no final da tarde desta segunda-feira, encerrando o ciclo de luto imediato que aconteceu e que envolveu toda a comunidade local.

O principal suspeito é o policial penal Tiago Sóstenes Miranda de Matos. Ele exercia o cargo de diretor do Conjunto Penal de Paulo Afonso. Mais detalhes deverão ser expostos conforme o bom andamento das investigações.

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A dinâmica do crime, ocorrido no domingo, dia 22 de março, após o casal curtir um show na noite anterior, aponta para um feminicídio seguido de tentativa de suicídio. Atualmente, o cenário da investigação e do estado do suspeito apresenta os seguintes pontos.

No momento, Tiago segue internado em estado grave no Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), enquanto está sob custódia policial. A Secretaria de Administração Penitenciária da Bahia (Seap-BA) afirmou que o policial não possuía registros de má conduta ou instabilidade emocional antes do episódio.

A Polícia Civil de Sergipe trabalha para entender a motivação exata do crime, uma vez que o relacionamento era extremamente recente, oficializado apenas no dia 15 de março.

“Ele desempenhava as funções sem registros de condutas incompatíveis… ou indicativos de instabilidade emocional”, declarou através de uma nota da Seap-BA sobre o histórico de Tiago Sóstenes.

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A tragédia reacende o debate sobre a saúde mental e o rigor no monitoramento de agentes de segurança pública que ocupam cargos de confiança e possuem porte de arma, especialmente em contextos de violência doméstica.

Escrito por

Juliana Gomes

Colunista de notícias dedicada a escrever sobre os mais diversos assuntos. Sempre fui apaixonada pela arte da escrita e pela literatura.