Casais que sumiram em lago: mulher é resgatada e o restante é encontrado morto

Após vários dias de desaparecido, uma mulher conseguiu ser resgatada, mas o restante foi achado sem os seus sinais vitais.

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O trabalho intenso de buscas no lago da Usina Rialma, localizado na região do Rio Caiapó, chegou a um desfecho doloroso nesta terça-feira, 12 de maio de 2026.

Após dois dias de desaparecimento, as equipes do Corpo de Bombeiros localizaram os corpos de três das quatro pessoas que sumiram durante um passeio de canoa no último domingo.

As vítimas fatais foram identificadas como Maxwel Alves de Oliveira, Mabia Glória de Oliveira e Dinei Marinho, todos moradores da cidade de Iporá.

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O grupo, formado por dois casais, havia realizado o último contato com a família por meio de uma foto publicada em redes sociais momentos antes de iniciarem a travessia a partir de um rancho na região, onde passavam o final de semana.

A única sobrevivente da tragédia, Vanessa Silva, foi resgatada com vida apresentando algumas lesões pelo corpo. Um fator determinante para sua sobrevivência, segundo o relato dos bombeiros, foi o uso do colete salva-vidas, equipamento que permitiu que ela fosse localizada e encaminhada pelo Samu à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Iporá.

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O cenário do acidente começou a ser desvendado na segunda-feira, quando um funcionário da represa avistou a embarcação do grupo presa a pedras logo abaixo da barragem da usina. Esse ponto, caracterizado por correntes mais fortes e obstáculos geológicos, passou a ser o foco central dos trabalhos de resgate.

As operações de busca, coordenadas pela 13ª Companhia Independente Bombeiro Militar, envolveram varreduras visuais e o uso de embarcações que percorreram exaustivamente o trajeto entre o rancho de partida e o ponto onde a canoa foi encontrada.

Segundo o sargento Cristiano Rodrigues da Silva, a equipe levantou informações detalhadas sobre as vestimentas das vítimas e as características da embarcação para otimizar a procura.

Devido aos riscos inerentes à região e à ausência de iluminação natural, as buscas precisaram ser interrompidas durante os períodos noturnos para preservar a segurança dos socorristas.

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O trágico desfecho encerra a angústia das famílias de Iporá e reacende o alerta sobre os perigos de navegação em áreas próximas a estruturas de barragens.

Escrito por

Juliana Gomes

Colunista de notícias dedicada a escrever sobre os mais diversos assuntos. Sempre fui apaixonada pela arte da escrita e pela literatura.