Trump faz pedido aos manifestantes no Irã e ameaça ação militar no país

Um grande número de manifestantes já foram mortos pelo regime

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Nos últimos dias, o mundo tem acompanhado com atenção as grandes manifestações que tomaram conta do Irã, marcadas por incertezas, coragem e repressão. Milhares de pessoas foram às ruas em diferentes cidades pedindo mudanças profundas no regime que governa o país desde 1979.

As imagens que circulam nas redes mostram um povo determinado, mesmo diante da forte repressão das forças de segurança. Diante desse cenário, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez um apelo direto aos manifestantes iranianos.

Em uma mensagem publicada na rede Truth Social, ele declarou: “Patriotas iranianos, continuem protestando. Derrubem suas instituições. A ajuda está a caminho.” Essa foi a primeira declaração pública de Trump desde o agravamento dos protestos e vem acompanhada de promessas de apoio político e diplomático aos que enfrentam o governo iraniano.

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Trump pede que manifestantes no Ir sigam protestando e diz que a ajuda est a caminho em 13 de janeiro de 2025 Foto ReproduoDonald Trump no Truth Social

Segundo fontes internacionais, Trump considera opções de intervenção, caso o regime liderado pelo aiatolá Ali Khamenei mantenha a repressão violenta. A Reuters informou que o número de mortos nos protestos ultrapassou 2 mil pessoas, em meio a confrontos com as forças de segurança.

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Na publicação, o presidente também usou o slogan “MIGA — Make Iran Great Again”, uma variação de seu famoso lema de campanha. Paralelamente, líderes europeus, como o chefe do governo alemão, Friedrich Merz, afirmaram que o regime “vive seus últimos dias”, reforçando a perda de apoio internacional.

A Alemanha, um dos principais parceiros comerciais do Irã na União Europeia, vem reduzindo gradualmente suas relações com o país. Exportações caíram 25% em 2025, refletindo o isolamento econômico e político crescente de Teerã.

Enquanto o governo iraniano tenta conter os protestos, o movimento popular ganha força e o mundo observa, dividido entre o temor de um conflito e a esperança por liberdade.

Escrito por

Paulo Machado

Colunista de portal de notícias dedicado a TV e Famosos, Curiosidades, Saúde Natural e Bem-estar, Finanças e Política Brasileira