Situações dramáticas que acontecem quando menos se espera costumam provocar surpresa e comoção, especialmente em ambientes onde o cotidiano segue de forma tranquila. Em locais como universidades, onde o foco está no aprendizado e na troca de conhecimento, episódios inesperados geram impacto imediato entre todos os presentes.
A professora Sandra Regina Campos, de 66 anos, morreu após passar mal durante uma atividade acadêmica realizada no Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (Unesp), localizado no bairro Barra Funda, na Zona Oeste de São Paulo.
O caso ocorreu na noite de terça, dia 7 de abril, enquanto ela participava de uma palestra dentro da programação de pós-graduação. Segundo informações da instituição, Sandra integrava o encontro intitulado “Quintais Culturais: espaços de vivência, memória e produção de saberes”, vinculado à disciplina “ReEncantar para Educar”.
A atividade havia começado por volta das 19h e reunia participantes interessados em debates culturais e educacionais. Durante a apresentação, a professora sofreu um mal súbito, mobilizando imediatamente pessoas que estavam no local.
Funcionários da universidade prestaram os primeiros atendimentos e acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que foi chamado para dar suporte à ocorrência. Apesar da rápida resposta e dos esforços para reverter o quadro, a morte foi confirmada ainda nas dependências da universidade.
Em nota oficial, a instituição destacou que todas as medidas emergenciais foram adotadas e manifestou solidariedade aos familiares, amigos e à comunidade acadêmica, que ficou profundamente abalada com a perda.
O caso foi registrado como morte suspeita no 91º Distrito Policial, que solicitou a realização de perícia para esclarecer as circunstâncias. A notícia gerou grande repercussão entre colegas e alunos, evidenciando o impacto que a professora tinha em sua área de atuação, especialmente nos campos da Sociologia e da Educação.
