Sempre sem papas na língua, Luana Piovani voltou a movimentar as redes sociais ao declarar sua nova fase espiritual durante o videocast Conversa Vai, Conversa Vem.
Aos 50 anos, a atriz se autodefiniu como uma “evangélica macumbeira”, explicando que esse rótulo reflete a união de sua base cristã, herdada da avó adventista, com uma aproximação profunda e orgulhosa das religiões de matriz africana.
Diante disso, Ela revelou que, embora tenha levado anos para amadurecer essa curiosidade, uma viagem recente a Salvador foi o ponto de virada definitivo para que ela entrasse em um terreiro e se sentisse conectada com sua identidade brasileira.
Para Luana, essa transição é um ato político e uma reconexão com o próprio “DNA” brasileiro, enxergando a espiritualidade através de um viés lógico de amor à natureza e ao próximo.
No entanto, ao mesmo tempo em que abraça essa nova fé, ela não poupou críticas severas ao cenário evangélico atual no Brasil. A atriz afirmou que o segmento se transformou em uma “indústria política” e fez críticas aos fiéis atuais.
Luana Piovani sobre evangélicos:
“O evangélico de hoje é o que há de PIOR no ser humano, virou protótipo de um ser desprezível, de alguém que não respeita uma diferença… A maioria dos evangélicos hoje, de tudo que a gente vê na televisão, é uma raça que de amor e de Deus não… pic.twitter.com/7Tn5jFp5qW
— QG do POP (@QGdoPOP) April 9, 2026
Utilizando seu lugar de fala como alguém que cresceu dentro da igreja e leu a Bíblia, ela rebateu possíveis julgamentos de forma ácida, reafirmando que Deus é amor e que a intolerância religiosa é o oposto do que ela acredita ser o sagrado.
Essa fusão religiosa de Luana Piovani ilustra sua busca por uma espiritualidade que faça sentido dentro de sua visão de mundo libertária e conectada com as raízes culturais do país.
“O evangélico de hoje é o que há de pior no ser humano. Virou o protótipo de um ser desprezível. Virou uma indústria política”, disse ela, ao se pronunciar sobre o assunto.
Ao encerrar o assunto, ela deixou claro que não se importa com a opinião de críticos conservadores, reforçando que o fechamento desse ciclo aos 50 anos traz uma sensação de orgulho e clareza.
