Na última terça-feira (02/09), a Polícia Federal efetuou a prisão de uma mulher acusada de produzir e comercializar conteúdo sexual envolvendo os próprios filhos. O caso foi registrado em Belford Roxo, no Rio de Janeiro.
As autoridades não divulgaram o nome da mulher, para preservar as informações sobre as crianças. De acordo com o que foi divulgado, além da prisão, os agentes também cumpriram mandados de busca e apreensão na casa da suspeita.
Durante a ação, a polícia confirmou que o conteúdo criminoso era distribuído na internet. A mulher vai responder por crimes de armazenamento e compartilhamento de conteúdo criminoso de crianças, além do estupro dos menores.
Além dos policiais federais que atuaram na operação, a ação também contou com apoio da Delegacia de Polícia Federal de Nova Iguaçu (DPF/NIG) e foi determinada por mandado da 3ª Vara Federal Criminal de São João de Meriti.
Para preservar a identidade e imagem das crianças, a polícia optou por não divulgar mais informações sobre a mulher. Não foi informado também qual será o destino das crianças, ou o estado de saúde dos menores.
O caso chama a atenção e gera revolta por envolver um tipo grave de abuso e maus-tratos, sendo executado pela própria mãe. Também chama a atenção pelas recentes discussões que ganharam força com o caso Hytalo Santos. O ambiente virtual oferece facilidade para quem deseja cometer crimes.
É crime
Possuir, armazenar ou distribuir conteúdo sexual envolvendo crianças são ações criminosas previstas nos artigos 241-A e 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a saber:
Em caso de se deparar com esse tipo de conteúdo na internet, o recomendado é procurar as autoridades e denunciar o ambiente virtual em que a distribuição esta acontecendo (plataforma, links, aplicativo, etc).
