Ex-apresentador diz que perdeu tudo e que está extremamente pobre: ‘Dinheiro acaba…’

O ex-apresentador da ESPN declarou que está sofrendo com grandes perdas e mais detalhes diante do ocorrido estão chamando atenção.

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O cenário do jornalismo esportivo brasileiro foi impactado pelas recentes declarações de João Carlos Albuquerque, o eterno “Canalha”. Aos 70 anos, o comunicador que marcou época na ESPN Brasil revelou estar enfrentando dificuldades.

Desde sua demissão em 2019, Albuquerque não conseguiu se recolocar em nenhuma emissora de televisão, o que esgotou suas reservas financeiras e o tornou dependente de benefícios governamentais enquanto aguarda por uma aposentadoria mais digna.

Para tentar equilibrar as contas, o jornalista tem buscado refúgio na música, realizando apresentações esporádicas em barcos e festas privadas. O que antes era apenas uma característica de sua personalidade e um hobby, agora se tornou uma fonte de renda.

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Em entrevista ao canal Futboteco, ele enfatizou que as oportunidades na mídia tradicional parecem ter se fechado definitivamente para ele, obrigando-o a aceitar convites informais para tocar em aniversários e eventos particulares.

“Toda vez que posso, não estou podendo, porque estou pobre. Pobre, não, estou extremamente pobre, porque o dinheiro acaba. Se não tiver o benefício que recebo do governo que estou esperando ver se eles me dão uma aposentadoria um pouco melhor”, disse.

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Com uma carreira sólida que inclui passagens marcantes pela TV Gazeta, TV Cultura e Rede Manchete, João Carlos Albuquerque atingiu o auge de sua popularidade no comando do programa Bate-Bola.

Sua condução irreverente e pouco polida de debates sobre futebol criou uma legião de fãs, mas, segundo o próprio jornalista, esse mesmo estilo também contribuiu para seu afastamento definitivo das telas.

Com isso, ele acredita que sua saída da ESPN foi parte de uma reestruturação no cenário midiático, onde perfis que “falavam o que vinha na cabeça” acabaram perdendo espaço para um formato mais contido e alinhado a novas diretrizes institucionais.

Sem novos convites desde 2019, o “Canalha” hoje vive uma realidade distante do glamour das câmeras, lutando para manter a dignidade em sua rotina através da música e da resiliência.

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Escrito por

Juliana Gomes

Colunista de notícias dedicada a escrever sobre os mais diversos assuntos. Sempre fui apaixonada pela arte da escrita e pela literatura.