Wellington Corrêa, de 46 anos de idade, conseguiu a guarda provisória de uma menina de apenas 3 meses de vida. Ele ainda conseguiu tirar sua licença paternidade para poder ficar mais pertinho de sua filha durante esse período.
O servidor público conseguiu a guarda provisória de sua filha de três meses de vida, depois de ter esperado por cerca de quatro anos na fila de espera para conseguir adotar, em Cuiabá. A guarda de seis meses foi concedida no dia 16 de setembro, e logo após conseguir a guarda, também conseguiu tirar a licença paternidade para poder ficar mais tempo com a pequena durante esse período. Antes da pequena chegar em sua casa, ele residia sozinha.
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso, contou que essa foi a primeira licença paternidade concedida a um servidor público que não é casado e adotante.
A licença paternidade é um direito que é garantido pela Constituição Federal. É estipulado também que a licença adotante não pode e nem deve inferior a licença a gestante. Também não pode existir nenhuma distinção entre pai ou mãe que adotam.
Ao portal de notícias online G1, Wellington relatou que todo aconteceu de uma maneira muito rápida, depois que a justiça decidiu. Para que ele conseguisse lidar com os primeiros cuidados de sua filha, ele pediu ajuda da família e seus amigos.
O pai contou que sempre esteve em sua cabeça que ele iria conseguir adotar uma criança. Foram anos se preparando e de muita espera para conseguir encontrar sua filha Ana.
Há mais ou menos cinco anos, depois de sentir-se pronto para ter um filho, ele contou que entrou no site do TJMT e realizou o envio da documentação para iniciar o processo de habilitação. Após isso, ele teve que passar no curso de preparação através da Ampara, que tem como objetivo ensinar tudo sobre a adoção, criança e outras coisas relacionadas.
De acordo com Wellington, agora irão ser seis meses vivendo com a pequena, e quando terminar, ele irá ter que ajuizar a ação para tentar ganhar a guarda definitiva de sua filha.



