Na última segunda-feira (28/07), quem circulava pela Midtown Manhattan, na Park Avenue, em Nova York, se assustou com um mais um caso de tiroteio em massa. Dessa vez, o autor do crime teve a identidade divulgada.
Trata-se de Shane Tamura, que tinha 27 anos de idade e era cidadão estadunidense. Nascido em Las Vegas, Tamura era segurança de um cassino e tinha registro para porte oculto de armas.
Quando ainda estava em idade escolar, Tamura chegou a jogar futebol americano e se destacou pela Granada Hills Charter High School, na Califórnia. No entanto, o rapaz não seguiu a carreira no esporte.
Na última segunda, Tamura invadiu um prédio e abriu fogo. No total, quatro pessoas foram mortas, incluindo um policial que atendeu a ocorrência – identificado como Didarul Islam.
Tamura cometeu o crime e deixou um bilhete para trás. Ele foi encontrado sem vida e o bilhete pedia que seu cérebro fosse estudado já que ele tinha um diagnóstico grave. A informação não foi confirmada.
Jessica Tisch, comissária do Departamento de Polícia de Nova York, confirmou que policiais estiveram na região onde Tamura morava. Pessoas próximas teriam confirmado que o homem sofria com problemas de saúde mental.
Para cometer o crime, Tamura teve acesso a armamento pesado. Segundo a polícia, uma AR-15 da Palmetto State Armory com calibre .223, foi usada. O prédio escolhido como alvo é onde fica a sede da NFL, liga esportiva profissional de futebol americano dos Estados Unidos.
Ainda segundo Tisch, Tamura alegou na carta deixada para trás que sofria de encefalopatia traumática crônica (ETC) . Ainda de acordo com a comissão, o homem parecia culpar justamente a NFL pela doença – que pode ser desencadeada por impactos recorrentes na região da cabeça.
