Detalhes de como é o local onde guia tentou fazer foto e morreu no RJ

Mais detalhes de como seria o local em que o guia tentou fazer uma foto e acabou falecendo no Rio de Janeiro. Situação chama atenção.

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A trilha da Pedra do Macaco, localizada no bairro de São José do Imbassaí, em Maricá, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, tornou-se cenário de um grave acidente que resultou na morte de Caio Rocha Arrabal, de 44 anos de idade.

O montanhista faleceu após sofrer uma queda de uma altura de aproximadamente 150 metros ao tentar se posicionar para tirar uma fotografia no topo do maciço, que fica às margens da rodovia Amaral Peixoto.

O percurso total da caminhada possui cerca de 700 metros de extensão, demandando um tempo médio de 40 minutos para que seja feita a conclusão da subida.

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Apesar de o trajeto ser classificado tecnicamente como leve devido à curta distância, a caminhada apresenta trechos bastante íngremes em boa parte de sua extensão e culmina em uma altitude de aproximadamente 230 metros em relação ao nível do mar.

O principal atrativo que atrai visitantes ao local é a vista panorâmica do topo, que permite a observação de pontos geográficos importantes da região, como a Pedra de Inoã, além da faixa de praia e do complexo de lagoas de Maricá.

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As autoridades e guias locais ressaltam que a rota carece totalmente de sinalização oficial, tanto ao longo do desenvolvimento do trajeto quanto na sua entrada principal.

Para fins de orientação, os excursionistas costumam se basear visualmente no desgaste natural do solo nos pontos onde a trilha já se encontra mais demarcada pelo fluxo de pessoas.

O acesso à entrada pode ser efetuado nas proximidades da Rua das Orcas, embora o local apresente divergências cadastrais nas placas e postes, exibindo a inscrição “Rua 5” em uma estrutura física, enquanto ferramentas de mapeamento por GPS identificam o logradouro como Rua Um.

Embora a visitação seja frequente, especialistas em segurança de montanha alertam que o acesso ao cume definitivo da Pedra do Macaco não é simples e exige técnicas e experiência prévia em escalada e montanhismo.

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O trecho final demanda cuidados extremos e o uso de equipamentos adequados para evitar acidentes em superfícies escorregadias ou de equilíbrio precário.

Como alternativa de segurança para o público geral, os instrutores recomendam que os caminhantes interrompam a subida e permaneçam no cume intermediário da rocha, ponto que já oferece uma visão ampla da paisagem natural.

Escrito por

Juliana Gomes

Colunista de notícias dedicada a escrever sobre os mais diversos assuntos. Sempre fui apaixonada pela arte da escrita e pela literatura.