Ao longo das últimas horas, o mundo tem assistido a escalada de tensão no conflito entre Estados Unidos e Israel contra o Irã. O país norte-americano, em parceira com Israel, iniciou o ataque contra o Irã.
Logo após o início dos bombardeios, Israel e EUA confirmaram que o objetivo era o Aitolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã. Os países confirmaram abertamente a intenção de executar o líder do país.
Agora, segundo publicação do portal de notícias Reuters, os países consideram o objetivo alcançado. Segundo fontes israelenses ouvidas pelo portal, o Aitolá Ali Khamenei estaria morto.
Até o momento, nenhum canal oficial confirmou ou desmentiu a informação. No entanto, o paradeiro de Ali Khamenei é considerado desconhecido. A notícia tem gerado especulação e instabilidade política.
Especialistas em geopolítica especulam quais podem ser os próximos passos iranianos caso a notícia seja confirmada. Ali Khameni era considerado um líder supremo há mais de 3 décadas, concentrando decisões de vários âmbitos no país.
Uma das teorias é de que a ausência do líder possa criar uma espécie de vácuo de liderança no regime do país. Os Estados Unidos, junto de Israel, iniciaram a agressão contra o Irã na madrugada deste sábado (28/02).
EUA tem histórico de atacar líderes de países considerados “hostis”
Há poucas semanas atrás, os Estados Unidos invadiram o território venezuelano e sequestraram Nicolás Maduro. O presidente do país sul-americano era crítico ao governo estadunidense e se recusava a ceder alguns dos interesses do país norte-americano.
Após sequestrar Nicolás Maduro e submete-lo a Justiça dos EUA, o governo de Washington passou a ter acesso ao petróleo venezuelano e chamar o país sul-americano de “amigo”.
Especialistas analisam que a intenção, com a morte do Aitolá iraniano, seja a mesma: acessar os recursos iranianos. Em ambos os casos, por outro lado, o governo dos EUA mantém um discurso de defesa das liberdades e democracia.
