No início da tarde deste sábado (27), um avião de pequeno porte caiu no mar em frente à praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro, nas proximidades do Posto 4, por volta das 12h30.
A aeronave realizava um voo de publicidade, transportando uma faixa, quando sofreu a queda. A situação foi rapidamente percebida por banhistas e moradores da região, que testemunharam o momento do impacto.
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A queda aconteceu nas imediações da Rua Santa Clara e mobilizou imediatamente equipes de resgate. O Corpo de Bombeiros do quartel de Copacabana foi acionado às 12h34, apenas quatro minutos após o acidente.
As operações de busca foram iniciadas com o uso de motos aquáticas, botes infláveis, mergulhadores e apoio aéreo. Segundo relatos de testemunhas, o avião afundou em poucos segundos após atingir a água, dificultando a localização exata da fuselagem e possíveis ocupantes.
Até o momento, ainda não há confirmação sobre o número de pessoas a bordo da aeronave, nem informações oficiais sobre vítimas. Testemunhas relataram que viram o avião perder altitude de forma repentina antes de colidir com a superfície do mar.
Ultraleve cai no mar em Copacabana e mobiliza Corpo de Bombeiros no Rio
Aeronave fazia serviço de publicidade, caiu próximo ao Posto 4 na tarde deste sábado (27) e afundou; buscas seguem e causas do acidente são investigadas pic.twitter.com/8YZPEugIwV
— O TEMPO (@otempo) December 27, 2025
A rápida submersão da aeronave levou as equipes de resgate a intensificar as buscas na área, com foco na possibilidade de encontrar sobreviventes. A aeronave teria decolado do aeroporto de Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, e estaria cumprindo uma rota de sobrevoo publicitário pela orla carioca, prática comum em fins de semana e feriados.
Ainda não se sabe o que causou a queda, e as autoridades já iniciaram os procedimentos para apurar os fatores que possam ter contribuído para o acidente, incluindo falhas técnicas ou humanas.
O episódio chamou a atenção de banhistas e moradores da região, que acompanharam com apreensão o trabalho das equipes de resgate. A situação também reacende debates sobre a segurança dos voos de publicidade aérea em áreas litorâneas urbanas, especialmente em trechos com grande concentração de pessoas.
