A cidade de Pariquera-Açu, no interior de São Paulo, foi palco de uma descoberta estarrecedora na noite desta sexta-feira, 25 de abril de 2026. Após cinco dias de angústia pelo desaparecimento da professora Elisângela Barbosa de Almeida, de 43 anos.
Infelizmente, a polícia local confirmou o desfecho mais sombrio possível para o caso. O corpo da educadora, que atuava na rede infantil do município, foi encontrado enterrado no quintal da própria residência, localizada no bairro Vila São João.
O principal suspeito do crime é o marido da vítima, Jacemir Barbosa Bueno de Almeida, de 39 anos, que foi preso em flagrante pelas autoridades. A investigação ganhou tração após a irmã de Elisângela registrar o desaparecimento na última quinta-feira.
Durante o interrogatório na delegacia, as versões apresentadas por Jacemir soaram contraditórias aos ouvidos dos agentes, o que motivou uma diligência imediata ao imóvel do casal.
No local, os policiais notaram uma área com terra mexida no quintal, sinalizando uma possível ocultação. Com o apoio do Corpo de Bombeiros, as escavações confirmaram a presença do corpo, desencadeando uma onda de revolta entre os moradores vizinhos.
A condução do suspeito à delegacia exigiu um reforço da Polícia Militar, uma vez que populares tentaram agredir Jacemir enquanto ele deixava o imóvel. O caso foi formalmente registrado como feminicídio, violência doméstica e ocultação de cadáver.
Enquanto a perícia trabalha para detalhar as causas exatas da morte, a comunidade escolar e os familiares de Elisângela lidam com o choque da perda de uma profissional descrita como dedicada e querida.
Até o momento, a Secretaria de Educação do município não emitiu um posicionamento oficial sobre o falecimento da servidora, mas o luto já é evidente entre colegas e pais de alunos.
