A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) confirmou nesta quarta-feira, 25 de março de 2026, a atualização do cenário epidemiológico da mpox no estado.
Com o registro de dois novos casos identificados em Belo Horizonte e Manhuaçu, o total de pessoas infectadas em território mineiro subiu para 17. Segundo os dados oficiais, essas notificações mais recentes ocorreram no último dia 18.
Até o momento, o perfil epidemiológico em Minas Gerais mostra que todos os pacientes confirmados pertencem ao sexo masculino, com idades que variam entre 25 e 56 anos. Um dado positivo destacado pela secretaria é que todos os indivíduos infectados apresentaram uma evolução clínica favorável, resultando na cura da doença.
É importante compreender que a mpox é uma enfermidade infecciosa cuja transmissão principal ocorre por meio do contato direto e prolongado com as lesões cutâneas de alguém que esteja na fase ativa da doença.
Além do contato pele a pele, o vírus também pode ser propagado através de gotículas respiratórias durante conversas próximas ou pelo compartilhamento de objetos e superfícies contaminadas, como toalhas e roupas de cama.
O intervalo entre a exposição ao vírus e o surgimento dos primeiros sinais, conhecido como período de incubação, costuma variar de 3 a 21 dias. Geralmente, o quadro clínico se inicia com sintomas sistêmicos, como febre, e evolui após alguns dias.
Essas marcas seguem um ciclo específico: começam como simples manchas, evoluem para pequenas bolhas chamadas vesículas, transformam-se em pústulas preenchidas por pus e, finalmente, formam crostas que caem após a cicatrização completa.
Atenção: Ao identificar qualquer lesão suspeita ou sintomas febris após um possível contato, a recomendação é buscar atendimento médico imediato para garantir o diagnóstico correto e interromper a cadeia de transmissão para outras pessoas.
A estratégia mais eficaz para evitar o contágio é o distanciamento de indivíduos que apresentem lesões de pele suspeitas e o rigoroso cuidado com a higiene pessoal.
Medidas como não compartilhar talheres, roupas ou qualquer item de uso íntimo são cruciais para a proteção individual e coletiva. Vale lembrar que a vacinação permanece disponível para grupos prioritários e atua como uma ferramenta estratégica de controle.
