Após a prisão de Jair Bolsonaro se concretizar, uma previsão feita meses antes voltou à tona, nesta última semana. O vidente Rodrigo Tudor havia alertado que a detenção do ex-presidente provocaria uma “total interferência dos Estados Unidos”.
As fontes são de uma entrevista ao canal do jornalista Felipeh Campos e de uma declaração oficial de Christopher Landau, subsecretário de Estado dos EUA.
Na época, o sensitivo foi categórico: “Não me pergunte como, mas a partir do momento que a prisão for definida, vocês podem esperar […] Uma total interferência dos Estados Unidos”.
Com a notícia da prisão no sábado (22), a fala do vidente sobre uma “grande confusão” viralizou. Tudor havia previsto que o movimento de prender Bolsonaro de forma definitiva geraria uma “correria” e uma reviravolta no cenário político brasileiro.
Essa situação, de acordo com ele, ocorreria por conta de pressões externas e diante da situação, a previsão ganha força com o posicionamento de Christopher Landau.
No X (antigo Twitter), o integrante do governo americano classificou a prisão como “provocativa e desnecessária” e um “ataque ao Estado de Direito”, citando diretamente o ministro Alexandre de Moraes.
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Desde que a ordem de prisão foi cumprida, baseada na violação da tornozeleira eletrônica, a tensão diplomática escalou. Há expectativa por parte de aliados de Bolsonaro de que haja uma maior repreensão por parte dos Estados Unidos da América.
O subsecretário americano afirmou que os EUA estão “profundamente preocupados”, argumentando que Bolsonaro já estava sob forte vigilância em prisão domiciliar.
No momento, a “interferência” prevista pelo vidente se materializa na pressão diplomática pública. A declaração de Landau sinaliza que o caso ultrapassou as fronteiras jurídicas nacionais e pode se tornar o pivô de uma crise maior entre Brasil e Estados Unidos.
