Lula tem o pior resultado entre os pré-candidatos a presidência, segundo levantamento

Levantamento aconteceu entre os dias 15 e 20 de junho

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À medida que as eleições presidenciais se aproximam, a corrida pelo Palácio do Planalto se torna cada vez mais intensa. Além das intenções de voto, outro indicador passa a ganhar destaque entre analistas e estrategistas políticos: o índice de rejeição dos candidatos.

Um levantamento divulgado nesta quarta, dia 24 de junho, pelo instituto Gerp revelou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece como o nome com maior rejeição entre os entrevistados. Segundo os dados da pesquisa, 47% dos participantes afirmaram que não votariam no petista de forma alguma em uma eventual disputa presidencial.

Na segunda posição do ranking de rejeição está o senador Flávio Bolsonaro (PL), apontado por 44% dos entrevistados como um candidato em quem não votariam sob nenhuma circunstância. Os números evidenciam o elevado grau de polarização que continua marcando o cenário político brasileiro às vésperas do processo eleitoral.

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O estudo foi realizado entre os dias 15 e 20 de junho de 2026 e ouviu 2.000 pessoas em diferentes regiões do país. De acordo com o instituto responsável, a margem de erro é de 2,19 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança estimado em 95%.

Especialistas costumam destacar que a rejeição é um dos indicadores mais relevantes durante campanhas eleitorais. Em muitos casos, candidatos com índices elevados enfrentam maior dificuldade para ampliar sua base de apoio, especialmente em disputas acirradas e com forte divisão entre grupos políticos.

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O levantamento surge em um momento de intensa movimentação nos bastidores da política nacional. Partidos articulam alianças, fortalecem pré-candidaturas e buscam estratégias para conquistar eleitores indecisos. Nesse contexto, pesquisas de opinião ajudam a medir não apenas a popularidade dos nomes colocados na disputa, mas também o grau de resistência que cada um enfrenta junto ao eleitorado.

Com a campanha ganhando ritmo e novas pesquisas previstas para os próximos meses, o cenário ainda pode sofrer mudanças importantes. Até lá, os índices de rejeição continuarão sendo observados com atenção por lideranças políticas, partidos e analistas que acompanham de perto a corrida presidencial de 2026.

Escrito por

Paulo Machado

Colunista de portal de notícias dedicado a TV e Famosos, Curiosidades, Saúde Natural e Bem-estar, Finanças e Política Brasileira