O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou seu profundo pesar pelas perdas humanas e materiais registradas na Zona da Mata mineira, que enfrenta as consequências de temporais devastadores ocorridos na madrugada desta terça-feira, dia 24.
Através de suas redes sociais, o mandatário enviou sentimentos de solidariedade às famílias que perderam entes queridos e lares, destacando o trabalho incansável das forças de segurança locais no resgate dos atingidos.
Mesmo em escala em Abu Dhabi, durante sua viagem de retorno da Ásia para o Brasil, Lula assegurou que o governo federal está em regime de alerta máximo para dar suporte ao estado de Minas Gerais neste momento crítico.
A resposta federal inclui o envio imediato de uma equipe de coordenação da Força Nacional do SUS, além de profissionais da Defesa Civil Nacional, que já estão em deslocamento para a região.
O objetivo dessa mobilização é integrar os esforços com a Defesa Civil Mineira para agilizar o atendimento à saúde e a segurança da população prejudicada.
Durante escala de viagem em Abu Dhabi, tomei conhecimento da situação das famílias da Zona da Mata Mineira após as fortes chuvas das últimas horas. E determinei pronta mobilização do Governo do Brasil para auxiliar a população da região. Uma equipe de coordenação da Força…
— Lula (@LulaOficial) February 24, 2026
O presidente reforçou que o contato entre as esferas de governo é permanente, visando uma assistência eficiente às cidades de Juiz de Fora e Ubá, onde o rastro de destruição incluiu o transbordamento do Rio Paraibuna e diversos episódios de soterramento.
“Quero enviar meus profundos sentimentos às famílias que perderam seus lares e, o que é pior, os seus entes queridos. E me solidarizar com as autoridades e forças de segurança mineiras que estão trabalhando no resgate e no atendimento imediato”, disse.
Enquanto as equipes do Batalhão de Emergências Ambientais utilizam cães de busca para localizar possíveis desaparecidos sob os escombros e lama, o governador Romeu Zema oficializou o luto de três dias em Minas Gerais.
A atuação do Estado tem sido focada na localização de vítimas e na avaliação de riscos estruturais nas áreas próximas aos leitos de rios e córregos que transbordaram.
Com o balanço atual de 16 mortes em Juiz de Fora e quatro em Ubá, o esforço conjunto entre os governos estadual e federal busca amenizar o sofrimento das comunidades atingidas e garantir que o apoio humanitário chegue o mais rápido possível.
