“Amava viver”: identificada a empresária que perdeu em acidente

A empresária foi identificada e mais detalhes do que aconteceu com ela foram expostos. A situação continua a chamar atenção.

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A mulher de 50 anos que faleceu após um grave acidente automobilístico na BR-070 foi identificada como a empresária Eli Pessoa. O óbito foi confirmado dez dias após o veículo em que ela estava com o parceiro, um automóvel da marca BYD, ter sido violentamente atingido por um Renault Clio de cor vermelha.

O desastre aconteceu na última quarta-feira, 13 de maio de 2026, e o caso segue sob investigação das forças de segurança do Distrito Federal. Eli era uma figura conhecida no meio corporativo local, sendo responsável pela gestão da academia Omni, localizada na região administrativa de Vicente Pires, além de comandar outros empreendimentos comerciais.

Ela deixa dois filhos: uma jovem adolescente e um rapaz que havia ingressado recentemente no curso de medicina, conquista que era motivo de profundo orgulho e alegria para a empresária, segundo relatos de pessoas próximas.

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O marido de Eli, que também ocupava o veículo BYD no momento da colisão, continua hospitalizado em estado grave e mantido em coma induzido. Devido às suas condições clínicas críticas, ele ainda não foi informado sobre o falecimento da companheira.

Amigos de longa data descreveram Eli como uma pessoa de temperamento alegre, doce e humilde, que nutria uma enorme paixão pela vida, por viagens e por momentos de lazer em família, como a prática de esqui ao lado do esposo.

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Até o momento, a família não divulgou dados relativos ao cronograma do velório e do sepultamento. Isso ocorre porque Eli Pessoa era expressamente doadora de órgãos, e os procedimentos médicos e hospitalares necessários para a captação e destinação das doações estão em andamento regulamentar antes da liberação final do corpo.

As investigações conduzidas pela Polícia Civil do Distrito Federal apontam que o automóvel que provocou a colisão era conduzido por um adolescente de 17 anos, morador de Vicente Pires. “Amava viver”, disse uma amiga de longa data.

Informações de bastidores da apuração policial indicam que, logo após o choque e de receber os primeiros atendimentos no ambiente hospitalar, o menor teria feito contato com a mãe.

Na sequência, ambos teriam deixado o local sem prestar maiores esclarecimentos. A delegacia responsável pelo caso trabalha agora para apurar detalhadamente as responsabilidades penais e civis do ocorrido.

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Escrito por

Juliana Gomes

Colunista de notícias dedicada a escrever sobre os mais diversos assuntos. Sempre fui apaixonada pela arte da escrita e pela literatura.