Modelo que perdeu a vida após queda do 13° andar havia programado fuga pouco antes de morrer

Namorado preso tirou a própria vida na prisão

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Casos de violência doméstica continuam a revelar cenários preocupantes, muitas vezes marcados por controle emocional, ciúmes excessivos e relações instáveis. Em diversas situações, vítimas percebem sinais de alerta e até tentam se afastar, mas acabam permanecendo por diferentes motivos, o que pode aumentar ainda mais o risco.

A psicóloga e maquiadora profissional Ana Luiza Mateus, de 29 anos, vivia um momento de transformação pessoal e profissional no Rio de Janeiro. Natural da Bahia, ela havia se mudado para a capital fluminense há pouco mais de um ano para investir no sonho de seguir carreira como modelo.

Com presença ativa nas redes sociais, acumulava milhares de seguidores e compartilhava sua rotina, trabalhos e viagens. No entanto, por trás da imagem pública, o relacionamento com o namorado, Endreo Ferreira, era marcado por conflitos. Segundo relatos de pessoas próximas, ele demonstrava ciúmes frequentes e se incomodava com a exposição da jovem.

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A própria Ana Luiza chegou a confidenciar a uma amiga que se sentia presa na relação, que durava cerca de três meses. Dias antes do ocorrido, ela teria tomado a decisão de retornar para casa, chegando a comprar uma passagem com destino à Bahia.

Ainda assim, na noite anterior ao caso, decidiu permanecer no imóvel onde estava com o companheiro, na Barra da Tijuca. Testemunhas relataram que o casal chegou ao condomínio discutindo. Após a briga, o homem deixou o local sozinho.

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Na madrugada, Ana Luiza caiu do 13º andar do prédio. Ela foi encontrada já sem vida por volta das primeiras horas da manhã. O caso gerou comoção entre amigos, familiares e seguidores, que acompanhavam sua trajetória. A passagem para voltar para casa era para o dia 22 de abril.

O namorado foi detido em flagrante e, em depoimento, admitiu que o relacionamento era marcado por discussões constantes motivadas por ciúmes. Horas após a prisão, ele tirou a própria vida dentro da unidade policial.

O caso segue sendo lembrado como um alerta sobre a importância de reconhecer sinais de relacionamentos abusivos e buscar apoio ao primeiro indício de comportamento controlador ou agressivo.

Escrito por

Paulo Machado

Colunista de portal de notícias dedicado a TV e Famosos, Curiosidades, Saúde Natural e Bem-estar, Finanças e Política Brasileira