Em um novo e complexo desdobramento do escândalo que abalou a pequena cidade de Nova Maringá (MT), a investigação policial conhecida como o caso da “mulher do padre” agora mira um grupo de quatro pessoas, além do sacerdote e da jovem envolvida.
A Polícia Civil do Mato Grosso teve sua apuração ampliada e agora foca no ex-sogro da jovem, em dois amigos do casal e na esposa de um deles, suspeitos de participarem ativamente da invasão à casa paroquial e da subsequente divulgação do vídeo.
O portal Metrópoles concedeu as informações sobre os novos alvos da investigação e falou sobre o objetivo da polícia. A apuração se concentra em “identificar possíveis colaborações diretas durante o flagrante” e na “dinâmica do caso”.
Com a notícia da ampliação das investigações, os detalhes da operação policial vieram à tona. Em uma ação recente, celulares, computadores e outras mídias foram apreendidos para rastrear a origem e a cadeia de compartilhamento do vídeo.
O ex-sogro, antes o principal suspeito, agora divide as atenções com os outros três investigados. Neste momento de crise, o padre Luciano Braga Simplício segue afastado de suas funções pela Diocese, que abriu uma investigação interna.
A jovem Isabelly, de 21 anos, que atuava como acólita na paróquia, foi encontrada escondida no banheiro da casa paroquial enquanto o padre vestia apenas um short.
O ex-noivo da jovem já havia se manifestado negando qualquer participação no flagrante, afirmando que estava em viagem de trabalho. No momento, a investigação oficial foca em enquadrar os responsáveis pelos diversos crimes cometidos.
No momento, os equipamentos apreendidos estão sendo periciados. O sentimento que fica é o de um escândalo que se torna cada vez mais complexo, com a justiça buscando agora responsabilizar não apenas quem estava na casa paroquial, mas todos os envolvidos.
