Vizinho de secretário de GO que tirou a vida dos filhos diz como era a vida do casal antes do crime e traz revelações: ‘Ele não era…’

O vizinho do casal contou mais detalhes do que escutava e de como era a vida dos dois.

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A tragédia que parou a cidade de Itumbiara (GO) no dia 12 de fevereiro ganha novos e tristes detalhes. Enquanto a Polícia Civil tenta fechar o quebra-cabeça sobre o que levou Thales Machado, de 40 anos, a matar os dois filhos e se suicidar, relatos são divulgados.

Desta vez, uma pessoa que convivia por perto se pronunciou e disse que a rotina da família estava longe de ser pacífica.O crime aconteceu dentro do apartamento da família. Thales usou uma arma para balear os filhos, de 8 e 12 anos, e depois tirou a própria vida.

Na ocasião, o motivo divulgado em uma mensagem deixada por ele seria uma possível infidelidade da esposa. Porém, novos depoimentos sugerem um cenário mais complexo.

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Em uma entrevista recente, um morador do prédio, que preferiu não se identificar, contou que o casal passava por uma crise profunda há bastante tempo. Segundo ele, ocorriam conflitos diários, com discussões constantes, gritos e batidas de porta.

O vizinho afirmou que os problemas graves começaram quando Thales teria traído a esposa primeiro. Ela chegou a perdoar, mas a confiança nunca foi recuperada e as brigas pioraram.

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“Ele não era essa pessoa boazinha que muita gente diz. Por questões políticas e por causa da máquina pública, ele mantinha essa imagem de bom moço”, declarou.

O relato indica que o secretário usava o cargo público para manter uma imagem de “homem de família” e “bom moço”, mas que, no dia a dia, demonstrava um comportamento bem diferente e agressivo.

A morte das crianças causou uma onda de dor em todo o estado de Goiás. O caso serve de alerta para a importância de buscar ajuda profissional em momentos de desespero ou crises familiares graves.

O Centro de Valorização da Vida (CVV) faz um trabalho de apoio emocional e prevenção ao suicídio. O atendimento é gratuito, totalmente sigiloso e funciona pelo telefone 188 em qualquer horário do dia ou da noite.

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A Polícia Civil de Goiás continua analisando celulares e ouvindo mais pessoas para concluir o inquérito e entender se o crime foi planejado com antecedência.

Escrito por

Juliana Gomes

Colunista de notícias dedicada a escrever sobre os mais diversos assuntos. Sempre fui apaixonada pela arte da escrita e pela literatura.