Serial Killer de Alagoas, que matou ao menos 10 pessoas, visitou e fez selfies nos túmulo das suas vítimas – VÍDEO

A polícia acredita que o número de vítimas pode aumentar consideravelmente.

ANÚNCIOS

A Polícia Civil de Alagoas investiga Albino Santos de Lima, de 42 anos, como responsável por uma série de assassinatos brutais em Maceió. Ele é suspeito de ser um serial killer, com pelo menos 10 mortes atribuídas a ele no intervalo de um ano.

As vítimas, em sua maioria jovens mulheres e seus parceiros, tinham entre 13 e 25 anos e foram mortas de forma similar: com disparos de arma de fogo, geralmente na cabeça ou pelas costas.

ANÚNCIOS

A atuação do suspeito se concentrava em um raio de 850 metros no bairro Vergel do Lago, onde ele vivia e frequentava uma igreja. Entre as evidências contra Albino estão características do modo de operação, como a prática de crimes noturnos e o uso de roupas pretas.

ANÚNCIOS

A perícia identificou que ele utilizava uma pistola Taurus PT 938 de calibre 380, ligada a diversos crimes por meio de análise balística. Detido desde 17 de setembro, Albino foi inicialmente preso sob suspeita do assassinato de Ana Beatriz, de 13 anos, em agosto.

Seu histórico inclui trabalhos no sistema prisional e o fato de ser filho de um policial militar. As investigações revelaram detalhes chocantes. No celular de Albino, recuperado mesmo após ter sido formatado, havia imagens organizadas de vítimas, aparentemente exibidas como “troféus”, além de calendários marcando as datas dos crimes.

Os investigadores também encontraram registros de visitas a cemitérios e fotografias de túmulos de vítimas. Diretórios nomeados “odiada Instagram” e “morte especiais” continham mídias ligadas aos crimes, além de fotografias de potenciais novas vítimas, que ainda estão vivas.

Para assistir ao vídeo com a reportagem completa CLIQUE AQUI!

ANÚNCIOS

A Polícia Civil planeja reabrir inquéritos de homicídios ocorridos entre 2019 e 2020, indicando que o número de vítimas pode ser ainda maior. Albino foi indiciado por homicídio qualificado, e a arma apreendida foi incluída em um banco de dados nacional, o que pode conectar outros crimes à pistola.

O caso segue em investigação e destaca a importância de reforçar a vigilância sobre crimes violentos, com um alerta sobre os impactos devastadores na comunidade.

Escrito por

Fabiana Batista Stos

Jornalista digital, com mais de 10 anos de experiência em criação de conteúdo dos mais diversos assuntos. Amo escrever e me dedico ao meu trabalho com muito carinho e determinação.