Isso pode parecer uma piada ou até mesmo um tipo de pergunta que seria feita por uma criança inocente. Entretanto, para aqueles que estudam a ciência, é um assunto muito sério.
Afinal, se nós, seres humanos, temos tantas coisas parecidas os macacos, falando em questões biológicas, por qual motivo eles possuem causas e nós não?
Desde que começaram a surgir os primeiros seres vivos, há mais de 500 milhões de anos atrás, as caudas, assumiram diversos papéis.
Podem ser usadas como uma arma para defende-se, como é o caso do escorpião, ou como um sinal de advertência, da maneira que usa a serpente do tipo cascavel.
Por qual razão e como aconteceu o desaparecimento das causas na evolução dos hominídeos, essas são as perguntas que vem intrigando a todos aqueles que estudam a ciência por muitos e muitos anos.
E a resposta parece que encontra-se em uma mutação genética que foi descoberta recentemente que acabou afetando de alguma forma os genes que eram os responsáveis por darem a cauda dos hominídeos, há cerca de 25 milhões de anos.
Essa mutação conseguiu sobreviver ao longo do tempo, e acabou sendo passada de geração para geração, mudando a forma de locomoção, e isso pode ter relação com o fato de que os seres humanos andam usando duas pernas.
Foi observado que os camundongos acabaram desenvolvendo formas diferentes de caudas. Em alguns haviam causas bem pequenas, já em outros não havia nenhuma.
O naturalista britânico publicou “A Origem do Homem”, no ano de 1871, nesta obra era explicado sua teoria da evolução que era aplicada nos seres humanos. Isso acabou tornando-se uma grande revelação para aquela época.
Entretanto, os seres humanos compartilham mais de 98% do próprio DNA com os chimpanzés, com quem possuem ancestrais em comum.
O cóccix, vindo do latim coccyx, é a última peça da coluna vertebral do ser humano, que é formada por quatro vértebras fundidas, e isso representa um certo vestígios de que isso poderia ter sido uma cauda há milhões de anos.
Em imagens que possuem embriões humanos, é nítido enxergar uma cauda, entretanto acaba sendo absorvida pelo embrião para que se forme a coluna vertebral do ser humano.
