Nesta quinta-feira (15) o Supremo Tribunal Federal rejeitou o recurso que foi pedido pela Procuradoria-Geral da República, para tentar reverter as condenações de Luís Inácio Lula da Silva, que foram determinadas pela Justiça Federal do Paraná, de acordo com a Operação Lava Jato.
A decisão em questão, contou com o oito votos de ministros que concordaram com a rejeição do recurso, e três que votaram para que o recurso em questão fosse aceito agora. Com isso, o pedido foi rejeitado, e as anulações das condenações que foram feitas ao ex-presidente, permanecem da mesma forma. Com isso Lula permanece sendo elegível para o cargo de presidente.
A defesa do ex-presidente deu uma declaração em relação ao resultado do julgamento que foi feito. De acordo com o que foi dito, eles estão reestabelecendo a segurança jurídica e também a credibilidade do sistema de Justiça com esta decisão que foi tomada agora em relação a Lula.
O julgamento continuará agora no dia 22, e contará com a apareciação da suspeição do ex-juiz Sergio Moro, que teve uma atuação ativa na condenação do ex-presidente, que foi considerada como sendo parcial peal Segunda Turma do STF. Edson Fachin é o relator dos recursos que foram apresentados pela PGR, e pela defesa de Lula, a respeito da decisão individual, onde as condenações foram anuladas.
A defesa de Lula agora quer evitar que a decisão de Fachin faça com que outros processos sejam extintos, em relação ao caso. Entre eles, os que resultaram na parcialidade que foi determinada em relação ao ex-juiz Sergio Moro.
