Família atualiza quadro delicado de repórter da Band que ficou em coma em MG; cinegrafista morreu

Colisão frontal aconteceu nesta última quarta, dia 15 de abril

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Graves acidentes fazem parte da rotina nas rodovias brasileiras e continuam chamando atenção pela frequência e pelas consequências devastadoras. Estradas como a BR-381, conhecida pelo alto índice de ocorrências, tornam-se palco de episódios que reforçam a urgência por melhorias estruturais e maior atenção à segurança viária.

Foi nesse cenário preocupante que mais um caso marcante envolvendo profissionais da imprensa ganhou destaque. A repórter Alice Ribeiro, de 35 anos, permanece em coma após o carro de reportagem em que estava se envolver em uma colisão frontal com um caminhão.

O acidente ocorreu na tarde de quarta, dia 15 de abril, em Sabará, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Segundo informações de familiares, a jornalista está internada na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital João XXIII, com diagnóstico de traumatismo craniano e múltiplas fraturas.

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No mesmo veículo estava o repórter cinematográfico Rodrigo Lapa, de 49 anos, que conduzia o carro no momento da batida. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local. A equipe retornava à capital mineira após a produção de uma reportagem justamente sobre a necessidade de duplicação da BR-381, tema frequentemente associado à redução de acidentes na região.

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A emissora para a qual os profissionais trabalhavam manifestou pesar pelo ocorrido e informou que está prestando apoio às famílias envolvidas, além de aguardar os desdobramentos da investigação. A Polícia Civil já iniciou a apuração das causas do acidente, com a realização de perícia técnica para entender as circunstâncias da colisão.

Alice Ribeiro construiu sua trajetória no jornalismo mineiro com passagens por diferentes emissoras e experiências em outros estados. Mãe de um bebê de apenas 10 meses, ela vinha consolidando sua carreira na televisão.

Já Rodrigo Lapa, além da atuação como cinegrafista, também se destacava por atividades artísticas, levando alegria a crianças hospitalizadas por meio da arte circense. O caso reforça não apenas os perigos enfrentados diariamente nas estradas, mas também os riscos assumidos por profissionais que trabalham na linha de frente da informação.

Escrito por

Paulo Machado

Colunista de portal de notícias dedicado a TV e Famosos, Curiosidades, Saúde Natural e Bem-estar, Finanças e Política Brasileira