A recente tentativa de atentado na Praça dos Três Poderes, envolvendo um homem com explosivos, chocou o país pela audácia e pelo risco iminente de uma tragédia sem precedentes.
Francisco Wanderley Luiz, conhecido como o “homem-bomba do STF”, planejava um ataque diretamente contra o ministro Alexandre de Moraes, figura central do Supremo Tribunal Federal.
A explosão foi frustrada pela rápida ação policial, mas a gravidade do plano deixou familiares, autoridades e a sociedade perplexos com o nível de ameaça que o país enfrentou. Em depoimento à Polícia Federal, a ex-mulher de Francisco Luiz revelou detalhes perturbadores sobre o perfil do acusado.
Segundo ela, Luiz manifestava uma obsessão doentia por questões políticas, especialmente relacionadas ao STF e ao ministro Moraes. “Queria matar o ministro e qualquer outra pessoa que estivesse no local”, afirmou.
Ela relatou ainda que monitorava suas atividades online e notou diversas pesquisas relacionadas ao atentado, percebendo a evolução do plano de maneira assustadora. A ação policial encontrou explosivos prontos para detonação na casa alugada por Luiz em Ceilândia, cidade próxima a Brasília. Veja declaração da ex-mulher:
Um robô antibombas acionado pela Polícia Militar identificou os artefatos, desativando-os sem causar danos maiores, mas um dos dispositivos gerou uma explosão ao ser manipulado.
A residência também continha móveis destruídos e uma mensagem escrita em batom no espelho do banheiro, evidenciando um comportamento agressivo e descompensado. O incidente levanta sérios questionamentos sobre a segurança nacional e as motivações que levam indivíduos a atentados tão extremos.
