A estagiária de comércio exterior, Nataly Galdino, de 21 anos de idade, ainda segue recuperando-se depois de ter sido picada por uma lacraia em sua casa, enquanto dormia, em São Vicente, localizado no litoral paulista. Depois do acontecimento, ela ainda estava com a boca bastante inchada e precisou ir até ao hospital para receber atendimento médico. Devido ao acontecimento, ela usou suas redes sociais para alertar as pessoas.
As lacraias injetam um veneno presente em glândulas do troco, porém, segundo o Ministério da Saúde, o veneno que elas soltam é muito pouco tóxico ao ser humano. Na madrugada do último sábado, 11 de outubro, a jovem contou que dormia no momento em que foi picada pelo animal.
Ela conta que estava dormindo, e durante a madrugada, acordou pois havia sentido algo picar seu lábio superior, como estava tudo escuro ela não estava enxergando nada, então resolveu puxar. Ela relata que o animal não queria soltar por nada e que ficou cinco segundos tentando tirar, com uma dor insuportável.
Segundo o que foi contado por ela, sua boca e garganta começaram a ficar inchadas cada vez mais e dor ficou ainda mais forte. Ela gritou por seus pais que rapidamente a levaram para a UPA da Zona Noroeste, localizado em Santos, estado de São Paulo.
Depois de receber os médicos ideais, a jovem foi liberada. Agora continua tomando os medicamentos em sua residência.
Embora o veneno que a lacraia injete não seja tão perigoso para o ser humano, o Ministério da Saúde aconselha a quem for picado procurar ajuda de um profissional da saúde. Para a realização do tratamento, não existe um antídoto segundo o Ministério da Saúde, apenas deve ser colocado compressas quentes no local da picada. Pode ser realizado o uso de analgésicos e anestésicos que não possuam adrenalina na área atingida.
