A morte de Glória Werkhausen, de 43 anos, comoveu moradores de Constantina, no Norte do Rio Grande do Sul. Encontrada sem vida dentro da casa onde morava sozinha, após um incêndio, ela tem sido lembrada por familiares e amigo.
A Polícia Civil trata o caso, inicialmente, como homicídio. Segundo a irmã, Glaucia Werkhausen, Glória era conhecida pelo jeito acolhedor e pela disposição em ajudar quem precisasse.
“Na comunidade, ela era muito querida, amiga, parceira, uma pessoa para todas as horas. Na família, era protetora, cuidadosa e preocupada. Fazia tudo por todo mundo. Para nós, ela era a melhor pessoa do mundo”, afirmou.
Mãe de dois filhos, a professora também demonstrava o mesmo carinho no ambiente escolar. De acordo com a irmã, ela enxergava os alunos como parte da família e exercia a profissão com dedicação.
Além do trabalho, gostava de dançar, praticar esportes e costumava manter o bom humor no dia a dia. As amigas também destacam a personalidade marcante da educadora. Alexandra Rissoto relembrou o sorriso constante e o comprometimento de Glória com a profissão.
Já Cristina Borth contou que a professora incentivava a prática do vôlei e transformava o esporte em um momento de convivência e amizade. Durante parte da carreira, Glória atuou como diretora da Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Primeiros Passos.
Segundo colegas, ela se destacava pela forma acolhedora com que tratava alunos, familiares e toda a equipe escolar. O corpo foi velado na segunda-feira (13), na Igreja Luterana de Novo Xingu, e sepultado no cemitério do município.
A professora foi encontrada morta na noite do último domingo, em um cenário que aponta a existência de crime. Conforme a inquérito, a perícia identificou indícios de esganadura no pescoço da vítima. A polícia segue investigando.
