De forma recente, canais de comunicação divulgaram que o atual presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, filiado ao PT, fez um novo pedido para Donald Trump, presidente dos Estados Unidos.
Teria se tratado de uma conversa telefônica, com um diálogo tenso, diante disso, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta quinta-feira, dia 11 de dezembro, que intercedeu diretamente junto a Donald Trump para evitar um ataque militar à Venezuela.
O petista defendeu que a América Latina deve permanecer como uma “zona de paz”. As fontes são de um discurso de Lula durante a abertura da Caravana Federativa, em Belo Horizonte (MG).
O presidente narrou detalhes da conversa com o republicano, expondo o contraste entre as visões de mundo dos dois líderes sobre a resolução de conflitos.
Com a notícia da declaração, o diálogo inusitado veio à tona. Lula contou que Trump teria argumentado sobre seu poderio bélico: “Mas eu tenho mais armas, eu tenho mais navio, eu tenho mais bomba“.
O brasileiro, por sua vez, teria retrucado apostando na diplomacia: “Mas, cara, eu acredito mais no poder da palavra do que no poder da arma“. Este teria sido o conselho do brasileiro para Trump.
Diante da situação, uma articulação dupla do governo brasileiro foi revelada. A coluna Igor Gadelha apurou que, dias após falar com Trump, Lula conversou em sigilo com o ditador venezuelano, Nicolás Maduro.
O telefonema, mantido em segredo até hoje, teve como pauta a manutenção da “paz no Caribe e na América do Sul”. A relação com os EUA vive um momento intenso.
Na semana passada, os presidentes já haviam conversado por 40 minutos sobre a retirada das tarifas de importação de produtos brasileiros e a cooperação contra o crime organizado, pautas em que Trump demonstrou “total disposição”.
No momento, Lula reforça a posição do Brasil como mediador internacional. Em sua conclusão, ele declarou que acredita na palavra como a ‘coisa mais forte que a gente tem’.
