Os sintomas ainda podem incluir fadiga, febre, congestão nasal, coriza, coceira nos olhos, fraqueza muscular e até dificuldade na concentração e problemas de memória, que podem durar de dois dias a uma semana após o orgasmo.
Os especialistas acreditam que trata-se de uma resposta autoimune do organismo a uma possível infiltração de esperma na corrente sanguínea. O tratamento envolve o uso de anti-histamínicos e pode alcançar uma redução de até 90% dos sintomas.
Apesar de ser considerada rara, a síndrome é provavelmente subnotificada, acreditam os médicos. Isso significa que mais homens devem sofrer do problema, mas não procuram ajuda e administram a condição sozinhos sem apoio médico.
