Suspeito de matar estudante é identificado e detalhes do caso são expostos

A morte da jovem gerou enorme comoção e muita indignação.

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Casos de morte de mulheres em contextos urbanos seguem despertando preocupação em Minas Gerais e em todo o país. Dados recentes de órgãos de segurança indicam que o feminicídio ainda representa um desafio persistente, exigindo atenção das autoridades e da sociedade.

Em cidades da Região Metropolitana de Belo Horizonte, episódios desse tipo têm mobilizado comunidades, provocado debates e reforçado a necessidade de políticas públicas eficazes de proteção às mulheres. Em Juatuba, na Grande BH, a morte de Vanessa Lara de Oliveira, de 23 anos, gerou forte comoção.

Parentes de Ítalo Jeferson da Silva, de 43 anos, apontado como suspeito, informaram à Polícia Militar que ele estaria em Belo Horizonte. Conforme registro policial, o homem teria ligado para familiares, relatado envolvimento no caso e mencionado que se encontrava na região central da capital.

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Os próprios parentes disseram que ele chegou em casa com sinais de sujeira e marcas nas roupas, pediu dinheiro à mãe para seguir viagem e deixou o local após se lavar, afirmando que passaria a viver nas ruas.

Imagens de câmeras de segurança mostram Vanessa circulando por Juatuba pouco antes de desaparecer. Ela foi vista deixando a unidade do Sistema Nacional de Emprego (Sine) e caminhando por diferentes pontos da cidade, inclusive áreas com menor movimento.

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A jovem morava em Pará de Minas, cursava o sétimo período de Psicologia e realizava estágio no município, para onde se deslocava diariamente. Professores e colegas a descreviam como dedicada e tranquila, com planos de atuar em Recursos Humanos.

O corpo foi localizado em uma área de vegetação próxima à BR-262, após mobilização de familiares e conhecidos. A perícia apontou indícios de abuso, marcas de violência no corpo e indicou como causa da morte o estrangulamento.  Objetos pessoais foram recolhidos para investigação.

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Segundo a polícia, o suspeito possui antecedentes e cumpria pena em regime semiaberto domiciliar. O caso segue sob apuração, enquanto a comunidade acadêmica e moradores reforçam a importância de ampliar ações de prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher.

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Escrito por

Fabiana Batista Stos

Jornalista digital, com mais de 10 anos de experiência em criação de conteúdo dos mais diversos assuntos. Amo escrever e me dedico ao meu trabalho com muito carinho e determinação.