O corpo do piloto de helicóptero Alessandro Rocha, uma das quatro vítimas fatais da queda de uma aeronave na região da Vista Chinesa, foi sepultado nesta segunda-feira, dia 10 de agosto de 2026, no município de São Gonçalo, localizado na Região Metropolitana do Rio de Janeiro.
As cerimônias de velório e sepultamento contaram com homenagens prestadas por familiares, amigos e colegas da comunidade aeronáutica, culminando com o caixão coberto pela bandeira do Fluminense Football Club e sob aplausos dos presentes.
Durante as homenagens, o filho mais velho do piloto, Sven Rocha dos Santos, relembrou os últimos momentos vividos ao lado do pai. Sven relatou que ambos anteciparam a celebração do Dia dos Pais para a quinta-feira anterior ao acidente, ocasião em que prepararam juntos uma refeição em família.
Alessandro era apontado por parentes e colegas como um profissional dedicado e afetuoso, deixando outros dois filhos pequenos, de 3 anos e de 5 meses de idade.
No âmbito profissional, Alessandro Rocha acumulava mais de duas décadas de experiência como piloto instrutor de aviação civil, tendo atuado na formação de diversos profissionais do setor e participado de operações de translado internacional de aeronaves.
Amigos de infância e familiares destacaram sua trajetória de superação pessoal desde a criação humilde em São Gonçalo até a consolidação de sua carreira e fundação de escola própria na área da aviação.
O acidente ocorreu no sábado, dia 8 de agosto de 2026, quando o helicóptero modelo Robinson R44, operado pela empresa VRP, caiu em uma área de mata íngreme e de difícil acesso no Parque Nacional da Tijuca.
Além do comandante Alessandro Rocha, a tragédia resultou na morte de três turistas colombianas pertencentes à mesma família: Rocio Cubillos, de 59 anos, sua filha Wendy Manrique, de 37 anos, e sua neta Sofia Murillo, de 17 anos. As causas da queda da aeronave permanecem sob investigação das autoridades competentes.
