Um caso de violência familiar no Alasca abalou os Estados Unidos após a prisão de Cedar Mae Sarten, de 43 anos, acusada de assassinar seu próprio filho, Bodhi, de apenas cinco anos, com extrema crueldade.
As investigações policiais indicam que Sarten teria usado um peso de kettlebell de nove quilos para cometer o crime no seu apartamento em Fairbanks, no dia 13 de outubro.
Em uma mensagem de áudio enviada ao pai da criança, Robert Gagner, com quem ela não vivia, Sarten teria afirmado: “Não temos mais um filho”, sugerindo a gravidade do ocorrido e pedindo que ele fosse até o local.
Documentos judiciais revelaram detalhes do momento da ligação que Sarten fez para o serviço de emergência 911, onde ela relatou que alguém teria “esmagado” o cérebro do menino com o peso, embora tenha dito desconhecer o que realmente acontecera.
Ela afirmou ainda que a última vez que viu o filho vivo foi enquanto ele adormecia em seus braços. Quando a polícia chegou ao apartamento, encontrou Bodhi sem vida, deitado sobre uma cama, em um cenário de tristeza e perplexidade.
A mãe, que possui uma ficha criminal com registros de acusações por risco imprudente contra o filho, permaneceu com a guarda do menino apesar dos antecedentes.
Após o incidente, ela foi encaminhada para um hospital para tratamento de ferimentos autoinfligidos, em circunstâncias que ainda não foram completamente esclarecidas pelas autoridades.
A tragédia suscitou comoção e mobilização de familiares, que iniciaram uma campanha no GoFundMe em memória de Bodhi, descrito como uma criança de “doçura e bondade”, que tinha o simples desejo de brincar e aproveitar a infância.
A repercussão do caso levanta novamente o debate sobre a proteção infantil e a necessidade de uma atuação mais rigorosa das autoridades nos casos de guarda envolvendo histórico de violência.
