A queda precoce do Brasil na Copa do Mundo inevitavelmente levantou questionamentos sobre a direção escolhida pela CBF. O nome da vez é do técnico Carlo Ancelotti, que esta tendo o trabalho questionado e é alvo de pedidos de demissão por parte de alguns torcedores.
O coordenador executivo da CBF, Rodrigo Caetano, fez uma avaliação positiva do trabalho de Carlo Ancelotti à frente da Seleção, mesmo após a eliminação nas oitavas de final da Copa do Mundo.
O dirigente voltou ao Brasil na madrugada desta quarta-feira (8/7), três dias depois da derrota por 2 a 1 para a Noruega. Em entrevista no Aeroporto Internacional do Galeão, Rodrigo afirmou que o treinador italiano teve pouco tempo para desenvolver o trabalho.
“Primeiro, foi um trabalho de um ano e quatro meses, e todos nós esperávamos chegar mais longe na Copa do Mundo (…) Infelizmente, paramos nas oitavas de final, mesmo com a seleção em evolução. Ainda assim, a avaliação é positiva. Se não fosse, ele não teria permanecido nem tomado a decisão de seguir no cargo”, declarou.
Segundo o dirigente, a continuidade do treinador faz parte do planejamento da CBF para o próximo ciclo. Rodrigo Caetano destacou a importância de oferecer mais estabilidade à comissão técnica visando a Copa do Mundo de 2030.
O coordenador lembrou que, entre os Mundiais de 2022 e 2026, a Seleção Brasileira passou por sucessivas mudanças no comando. Nesse período, a equipe foi dirigida por Ramon Menezes, Fernando Diniz, Dorival Júnior e, por fim, Carlo Ancelotti.
Para Rodrigo, a expectativa é que o novo ciclo seja marcado por maior continuidade no trabalho, permitindo que a comissão técnica desenvolva um planejamento de longo prazo. A CBF aposta na permanência de Ancelotti para dar sequência ao processo de formação da equipe.
