Caso Mariana: Juíza tem morte confirmada e caso intriga a polícia de SP

A confimação da morte da magistrada gerou enorme comoção.

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A morte de uma jovem magistrada após um procedimento médico causou forte comoção entre integrantes do Judiciário e levantou questionamentos sobre as circunstâncias do atendimento prestado em uma clínica de reprodução assistida em São Paulo.

Casos envolvendo complicações médicas durante tratamentos voltados à fertilização costumam gerar atenção especial, principalmente quando o quadro evolui rapidamente e termina de forma inesperada.

Mariana Francisco Ferreira, de 34 anos, morreu nesta quarta-feira após apresentar complicações decorrentes de um procedimento realizado em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo.

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Natural de Niterói, no Rio de Janeiro, ela atuava como juíza na Vara Criminal da Comarca de Sapiranga, na Região Metropolitana de Porto Alegre, capiral do estado do Rio Grande do Sul, desde dezembro de 2023.

Segundo informações registradas no boletim de ocorrência, Mariana passou por uma coleta de óvulos para fertilização in vitro na manhã de segunda-feira em uma clínica especializada em reprodução assistida.

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Após receber alta médica, retornou para casa, mas começou a sentir fortes dores e mal-estar poucas horas depois. Diante da piora do quadro, a mãe decidiu levá-la novamente à unidade médica.

Durante o novo atendimento, a paciente percebeu um sangramento e inicialmente acreditou se tratar de urina. No entanto, a equipe médica identificou uma hemorragia vaginal. Conforme o registro policial, um médico realizou os primeiros procedimentos para tentar conter o sangramento antes de encaminhá-la para a Maternidade Mogi Mater.

Ao chegar à unidade hospitalar, Mariana foi levada diretamente para a UTI. No dia seguinte, ela passou por uma cirurgia, mas o estado de saúde continuou se agravando. Para assistir ao vídeo CLIQUE AQUI!

Já na madrugada desta quarta-feira, sofreu duas paradas cardiorrespiratórias. Apesar das tentativas de reanimação feitas pelas equipes médicas, a morte foi confirmada nas primeiras horas da manhã.

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O caso foi registrado pela polícia como morte suspeita e morte acidental. As investigações buscam esclarecer se houve alguma falha no atendimento prestado ou se as complicações estão relacionadas aos riscos inerentes ao procedimento médico realizado.

A morte da magistrada provocou manifestações de pesar no meio jurídico. O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul decretou luto oficial de três dias e destacou a dedicação profissional de Mariana durante sua trajetória na magistratura.

A Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul também divulgou nota lamentando a perda e prestando solidariedade aos familiares, amigos e colegas da juíza.

Escrito por

Fabiana Batista Stos

Jornalista digital, com mais de 10 anos de experiência em criação de conteúdo dos mais diversos assuntos. Amo escrever e me dedico ao meu trabalho com muito carinho e determinação.