De acordo com os relatos de Junior, as agressões e sessões de tortura teriam começado após ele ter denunciado um esquema de venda de aparelhos eletrônicos dentro da prisão.
Edison ainda diz que recebe comida estragada, é deixado sozinho no escuro e que frequentemente é alvo de outras agressões, como chutes, socos, gás e enforcamento.
Ainda comentou que não consegue fazer exames e que está cheio de hematomas, vivendo os piores dias na prisão.
No total, Edison escreveu cinco cartas para denunciar toda a sua situação. O advogado Claudio Dalledone, acredita que Edison corra risco de vida, caso continue vivendo no local.
A Polícia Penal do Paraná está ciente da denúncia e afirmou que o setor responsável irá apurar os fatos para verificar se as denúncias de Edison são verdadeiras.
