O PGR condenou ao STF um deputado que apoia o Bolsonaro, o qual foi acusado de forjar o próprio atentado. O PGR condenou ao STF um deputado apoiante do presidente da República que foi acusado de forjar o próprio atentado.
A Procuradoria-Geral da República condenou o Agente Federal Trutis Loester (PSL-MS) ao Supremo Tribunal Federal (STF) por denúncias falsas de crimes, porte ilegal de arma de fogo e tiroteio. Loest foi acusado de forjar seu próprio tiroteio.
A investigação do caso começou no ano passado, quando o deputado de Bolsonaro alegou ter sido vítima de uma “emboscada” na rodovia BR-060 entre Sidrolândia (MS) e Campo Grande (MS). O carro dirigido pelo assistente foi atingido por balas nas janelas traseira e lateral.
O próprio deputado postou a foto do carro nas redes sociais e foi ao Departamento de Polícia Federal, onde condenou formalmente a suposta tentativa de homicídio. Trutis foi eleito no ano de 2018 pela bandeira da nova política e trazendo propostas conservadoras, defendendo as propostas do presidente em relação ao armamento de toda a população.
Ele ocupa seu primeiro mandato até então na câmara e já chegou a ocupar a vice liderança na câmara. Porém, o parlamentar passou de vítima a investigado. De acordo com a Polícia Federal, o atentado não aconteceu, por isso, não houve crime algum. Em depoimento Loester nega ter inventado o atentado e confirma estar sendo vítima e diz que vai esperar as provas serem analisadas.
