A morte de Daniel Mastral, um conhecido escritor e ex-satanista, está envolta em circunstâncias misteriosas e seu passado controverso. Encontrado morto com um tiro em São Paulo, a Polícia Civil apreendeu diversos objetos que podem ser cruciais para desvendar o enigma de sua morte.
Entre os itens recolhidos estavam uma pochete com ‘conteúdo desconhecido’, um revólver Taurus calibre 357, munições intactas e deflagradas, além de seu celular, que pode ser a chave para entender o ocorrido.
Marcelo Ferreira, mais conhecido como Daniel Mastral, tinha 57 anos e um histórico marcado por sua saída do satanismo, após se recusar a realizar sacrifícios humanos. Autor de mais de 30 livros, ele ganhou notoriedade com a série “Filho do Fogo”.
No entanto, sua vida pessoal foi turbulenta, com relatos de ameaças de morte por ocultistas devido às revelações feitas sobre práticas satânicas. A investigação policial se concentra no conteúdo do celular de Mastral, na tentativa de esclarecer se sua morte foi realmente um suicídio, como sugere o boletim de ocorrência, ou um assassinato.
Amigos próximos, como Vicky Vanilla, afirmam que Mastral estava cheio de planos e não apresentava sinais de querer tirar a própria vida. No dia anterior à sua morte, ele enviou uma mensagem a Vanilla sobre a reativação de seu perfil no TikTok, demonstrando entusiasmo com novos projetos.
A suspeita de assassinato é reforçada pelas ameaças que Mastral relatou ter recebido. Em um podcast, ele mencionou que ocultistas haviam marcado dia e hora para matá-lo. Vicky Vanilla, em um depoimento emocionado, rechaçou a hipótese de suicídio e afirmou que Daniel estava animado com futuros projetos, inclusive participações em podcasts.
A apreensão de itens como a pochete e o revólver, juntamente com o celular, poderá lançar luz sobre as reais circunstâncias da morte de Daniel Mastral, um homem cujo passado e revelações continuam a causar impacto e a despertar curiosidade.
