Identificado garoto de 9 anos que morreu após parada cardiorrespiratória

Os pais da criança optaram pela doação de órgãos.

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Casos envolvendo condições neurológicas raras em crianças exigem atenção constante e acompanhamento especializado, já que crises podem surgir de forma inesperada e evoluir rapidamente.

Doenças como a síndrome de Dravet, embora pouco comuns, representam desafios significativos para famílias e equipes médicas, principalmente por causa da intensidade e frequência das manifestações clínicas ao longo da vida.

No Distrito Federal, a história do menino Lorenzo Rosal Cavalcanti Santos Oliveira, de 9 anos, comoveu a comunidade após dias de mobilização e esperança. Ele foi atendido no sábado após apresentar uma crise associada à condição que enfrentava desde os primeiros meses de vida.

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Diagnosticado com a síndrome de Dravet, Lorenzo fazia uso de medicação contínua para tentar controlar os episódios convulsivos. Na manhã de sábado, equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas e encontraram a criança em parada cardiorrespiratória.

Durante cerca de 30 minutos, os socorristas realizaram manobras de reanimação, com apoio de unidade avançada e até de um helicóptero, conseguindo restabelecer os sinais vitais. Em seguida, o menino foi encaminhado com prioridade a um hospital de referência, onde permaneceu internado em estado crítico.

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Apesar dos esforços médicos e do atendimento rápido, o quadro evoluiu de forma delicada. Lorenzo entrou em coma e teve morte cerebral confirmada na manhã de domingo. A notícia gerou grande comoção entre familiares, amigos e a comunidade escolar, que prestaram homenagens e mensagens de apoio aos pais.

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A família chegou a manifestar o desejo de doar os órgãos do menino, como forma de ajudar outras pessoas, mas o procedimento não pôde ser realizado devido a questões relacionadas ao tempo do diagnóstico clínico. Ainda assim, o gesto foi visto como uma demonstração de generosidade em meio à dor.

Lorenzo era aluno de uma escola especializada no Guará, onde era lembrado com carinho por colegas e profissionais. Sua história evidencia a complexidade de doenças raras e reforça a importância de acompanhamento contínuo, além do suporte às famílias que convivem com essas condições.

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Escrito por

Fabiana Batista Stos

Jornalista digital, com mais de 10 anos de experiência em criação de conteúdo dos mais diversos assuntos. Amo escrever e me dedico ao meu trabalho com muito carinho e determinação.