Mortes cercadas de mistério costumam provocar grande repercussão, principalmente quando, em um primeiro momento, não há sinais evidentes que expliquem o que aconteceu. Nessas situações, familiares e amigos convivem com a angústia da espera, enquanto os investigadores recorrem a exames periciais para esclarecer as circunstâncias do caso.
Foi esse cenário que marcou a morte do médico Mateus Felipe Batista Rios, de apenas 29 anos, encontrada em um hotel na cidade de Anápolis, em Goiás. O jovem foi localizado sem vida na noite de terça, dia 1 de julho, dentro do quarto onde estava hospedado.
O corpo não apresentava sinais aparentes de violência, por esse motivo, as autoridades aguardam a conclusão dos exames periciais, que deverão indicar a causa da morte e auxiliar no esclarecimento do caso. Segundo a investigação, Mateus havia realizado o check-in no hotel na noite de segunda, dia 30 de junho.
Após um longo período sem qualquer movimentação no quarto, funcionários do estabelecimento passaram a tentar contato com o hóspede. Como não obtiveram resposta, decidiram abrir o apartamento para verificar a situação.
Ao entrarem no quarto, encontraram o médico deitado sobre a cama, já sem sinais vitais. A partir desse momento, as autoridades foram acionadas para atender a ocorrência e iniciar os procedimentos de investigação.
O caso passou a ser conduzido pelo Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) da Polícia Civil, que instaurou um inquérito para apurar todas as circunstâncias relacionadas à morte. Embora o corpo não apresentasse lesões externas aparentes, nenhuma hipótese foi oficialmente descartada até a divulgação dos laudos periciais.
Mateus Felipe Batista Rios era formado em Medicina pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás) e possuía registro profissional ativo no Conselho Regional de Medicina de Goiás (Cremego). A notícia de sua morte repercutiu rapidamente entre familiares, amigos, colegas de profissão e pessoas que conviveram com ele durante sua trajetória acadêmica e profissional.
