No último fim de semana, o nome do ex-BBB Felipe Prior voltou as páginas de notícia. Isso porque o arquiteto teve a condenação por estupro mantida pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).
O caso remonta a 2020, quando Prior foi denunciado após ganhar notoriedade no Big Brother Brasil. A vítima nunca teve o nome revelado, mas o crime aconteceu em 2014.
À Justiça, a mulher relatou que era amiga de Prior e que estava embriagada no momento do crime. A vítima relatou ter sido abusada após participar de uma festa em que Prior também estava.
A Justiça aponta que a vítima foi segurada “pelos braços e pela cintura, além de puxar-lhe os cabelos”, momento em que pediu ao agressor que parasse porque “não queria manter relações sexuais”, mas teve o pedido ignorado.
Prior acumula derrotas neste processo, tendo sido condenado em primeira instância no mês de julho de 2024. Ele recorreu e foi condenado em segunda instância, quando recorreu mais uma vez, levando o caso ao STJ.
Na primeira condenação, a juíza do caso levou em conta os depoimentos de testemunhas, registros de conversas trocadas entre Prior e a vítima e o relatório médico da vítima após o crime, que relatava inclusive uma laceração vaginal. Com a nova condenação, o ex-BBB pode ser preso.
Prior acumula acusações de estupro
Ao todo, Prior já foi denunciado por quatro crimes de estupro. Em dois casos, o ex-BBB foi absolvido das acusações. Em um caso, este de 2014, ele foi condenado. Um quarto caso ainda não foi apreciado pela Justiça.
Em um dos casos em que hoje é absolvido, Prior chegou a ser condenado num primeiro momento, mas recorreu e teve a condenação revertida. Na ocasião, a Justiça apontou falta de provas para a condenação. O suposto estupro teria acontecido em 2015, em Votuporanga (SP).
