Aline Becker, de 33 anos, relembrou o episódio que levou o marido, Rafael Zulu, de 43, ao hospital em fevereiro de 2025. O ator passou quatro dias internado depois de consumir aproximadamente 2,5 litros de energético misturado com gin ao longo de um único dia.
O excesso de bebidas estimulantes desencadeou uma fibrilação atrial, arritmia que pode provocar alterações importantes no ritmo do coração. Na ocasião, Zulu apresentou falta de ar e taquicardia intensa.
Nutricionista e educadora física, Aline contou que, inicialmente, reagiu à situação como esposa e se concentrou nos cuidados com o marido. A orientação profissional veio somente depois que ele se recuperou.
Segundo ela, a conversa com Rafael teve como objetivo mostrar que os efeitos de uma substância podem variar de acordo com o organismo de cada pessoa. Aline também revelou que os dois haviam consumido energético naquele dia, mas apresentaram respostas diferentes.
Depois do episódio, o ator decidiu eliminar bebidas estimulantes da rotina. Aline afirma que a mudança não aconteceu por uma proibição, mas porque Rafael percebeu que aquele tipo de produto não fazia bem ao organismo dele.
“Desde aquele dia, ele nunca mais consumiu bebidas estimulantes. Absolutamente nada”, contou.
Casal preserva vida longe das redes
Apesar da repercussão do problema de saúde, Aline e Rafael optaram por abordar o episódio principalmente de maneira informativa, sem transformar a situação em conteúdo frequente nas redes sociais.
A nutricionista explicou que o casal procura estabelecer limites entre a exposição pública e a vida familiar. Para eles, compartilhar experiências que possam ajudar ou inspirar outras pessoas é diferente de tornar a intimidade parte permanente da internet.
Essa preocupação também está relacionada à criação de Kalu, de quatro anos. Rafael ainda é pai de Luiza, de 19, de um relacionamento anterior. Aline afirmou que deseja que o filho se lembre da infância pelas experiências vividas em família, e não pelos registros publicados nas redes sociais.
Para o casal, a exposição pode fazer parte do trabalho, mas a prioridade é preservar momentos particulares. Segundo ela, a intenção é que a vida aconteça primeiro no ambiente familiar e só depois, quando fizer sentido, seja compartilhada com o público.
