O nome de Juliano Cazarré entrou no centro da polêmica após a divulgação de um curso, ‘O Farol e a Forja’, voltado para homens. Rapidamente o evento passou a ser duramente criticado e abriu um grande debate nas redes sociais sobre impacto dos casos de feminicídio.
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O famoso defende que sua ideia não teria ligação com os crimes contra a mulher durante sua entrevista para o Globo News. Cazarré fez questão de enfatizar que na verdade sua ideia faz parte do contrário que vem sendo criticado e quer falar de temas importantes.
“Não consigo ver associação nenhuma [do curso com apologia ao feminicídio ou ódio às mulheres]. A minha vontade é juntar homens para conversar sobre nosso papel, é falar da saúde masculina, reposição hormonal, exercício, tomar sol…”, inicia Juliano.
Ainda em sua explicação cita que entre os objetivos do curso estão ligados diretamente às mulheres e a família. Serão abordados temas como cuidados com os filhos e ainda aumentar o suporte para as esposas com propósito de que as mesmas tenham mais tempo livre.
Para ele, o bate-papo entre os homens tem como base o bom senso e com isso conseguir desassociar a imagem negativa que chamou de ‘pior coisa do mundo’ para que sejam pessoas que sirvam à Deus e membros de sua família.
No programa o ator esteve frente a frente com a psicanalista Vera Iacoreli que falou de forma crítica com o famoso sobre o perigo oferecido pelo evento associado a uma das formas de acabar causando um impulso ainda maior para violência contra as mulheres.
A especialista pontuou o cenário atual do nível de saúde mental das mulheres e ainda pontuou o quão necessário é que se repense no que representa a masculinidade.
