URGENTE: Pastor Márcio Poncio é preso em operação da PF; ele é investigado por ligação com a ‘máfia do cigarro’

Prisão aconteceu na manhã desta quinta, dia 2 de junho

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Líderes religiosos também estão sujeitos às leis e podem ser investigados sempre que surgem indícios da prática de crimes. Independentemente da função que ocupam ou da influência que exercem na sociedade, todos respondem à Justiça quando há elementos que justifiquem a abertura de investigações.

Foi nesse contexto que o pastor Márcio Poncio se tornou alvo de uma operação da Polícia Federal, em uma ação que busca esclarecer supostas ligações entre organizações criminosas e agentes públicos no estado do Rio de Janeiro. Márcio Poncio foi preso nesta quinta, dia 2 de julho, durante a quinta fase da Operação Unha e Carne.

A ação foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que também determinou o cumprimento de outros dois mandados de prisão, direcionados ao contraventor Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho, e ao ex-deputado estadual Rodrigo Bacellar.

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Ambos já estavam detidos quando a nova etapa da operação foi deflagrada. Além das prisões, a Polícia Federal cumpriu 14 mandados de busca e apreensão. Entre os investigados está o ex-deputado Marco Antônio Cabral, filho do ex-governador Sérgio Cabral. Segundo informações divulgadas, ele nega qualquer envolvimento nas acusações.

Conhecido como pastor da Igreja da Nuvem e empresário, ele também ganhou notoriedade por ser pai da deputada estadual Sarah Poncio e do cantor Saulo Poncio, ex-integrante da dupla UM44K.

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De acordo com as investigações, o religioso é suspeito de manter ligação com um esquema associado à chamada “Máfia do Cigarro”. A Polícia Federal afirma que esta fase da operação busca aprofundar a apuração sobre possíveis práticas de lavagem de dinheiro relacionadas ao grupo liderado por Adilsinho.

As investigações tiveram origem em desdobramentos da Operação Fumus, realizada em 2021, quando agentes localizaram planilhas contendo registros de supostos pagamentos indevidos, doações eleitorais e movimentações financeiras consideradas suspeitas.

Agora, a Justiça também determinou o bloqueio de bens e valores que podem chegar a R$ 22 milhões. Enquanto os investigadores analisam o material apreendido, a expectativa é de que novas informações ajudem a esclarecer o alcance do esquema e a eventual participação dos investigados.

Escrito por

Paulo Machado

Colunista de portal de notícias dedicado a TV e Famosos, Curiosidades, Saúde Natural e Bem-estar, Finanças e Política Brasileira