Três meses após prender o dedo na porta do carro, Taheme, dupla de Thiago decidiu tornar pública a experiência para alertar outras pessoas sobre como um momento de distração pode provocar um acidente. Segundo ela, o episódio ocorreu no início de abril, quando chegava em casa com as filhas.
Ela conta que as crianças haviam discutido no banco traseiro do veículo. Ao sair apressada para resolver a situação, fechou a porta sem perceber que a própria mão ainda estava no local, prendendo o dedo e relembra que antes de passar pela situação, costumava se perguntar como alguém conseguia prender o dedo na porta de um carro.
Após o acidente, uma radiografia identificou uma fratura na extremidade da falange. Como a lesão era considerada pequena, a orientação médica foi não realizar imobilização. A unha escureceu e, inicialmente, a recuperação parecia seguir normalmente, embora a dor nunca tivesse desaparecido.
Cerca de dois meses depois, durante uma atividade escolar com as filhas, ela utilizou bastante o dedo machucado para pintar. Apesar da dor, continuou a atividade e, ao terminar, percebeu que a situação sofria um agravamento e precisou buscar ajuda médica.
“… durante uma atividade da escola com as minhas filhas, usei bastante esse dedo para pintar. Senti dor, continuei, e no fim percebi que a unha estava sangrando. No dia seguinte, começou a sair pus”, explica Thaeme que foi atrás de consultas, exames e recebeu diversos antibióticos, mas a infecção persistiu.
Exames de ressonância magnética e tomografia apontaram um processo inflamatório importante no osso, osteomielite, que apenas o uso de antibióticos nem sempre é suficiente para eliminar a infecção. Sendo necessária a intervenção cirúrgica.
“Por isso, ontem precisei passar por uma cirurgia para limpar a região e coletar material para cultura…”, conclui Thaeme ao garantir que já está em processo de recuperação.
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