Três Graças: Ferrete manda matar Viviane, mas faz do seu filho na vítima de sua maldade

A novela vai ao ar no horário nobre da TV Globo.

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Os momentos decisivos de novelas costumam concentrar reviravoltas que prendem a atenção do público e elevam a tensão entre os personagens. Na reta final de produções do horário nobre, é comum que conflitos antigos retornem com mais intensidade, colocando à prova alianças, sentimentos e escolhas feitas ao longo da trama.

Em histórias marcadas por disputas de poder e relações conturbadas, os desfechos tendem a surpreender e provocar reflexão. Em Três Graças, novela das nove escrita por Aguinaldo Silva, um novo capítulo promete mexer com o destino dos personagens centrais.

Viviane, interpretada por Gabriela Loran, retorna ao trabalho na farmácia da Chacrinha após mudanças importantes na liderança da fundação. A decisão partiu de Rogério, vivido por Eduardo Moscovis, que colocou Gerluce, personagem de Sophie Charlotte, na presidência da instituição.

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Nesse cenário, Leonardo, interpretado por Pedro Novaes, procura Viviane para tentar reconstruir a relação entre eles. Ele demonstra arrependimento por ter apoiado Ferette em momentos anteriores e afirma que deseja retomar o relacionamento.

No entanto, a tentativa de reconciliação acaba sendo interrompida de forma inesperada. Ferette, vivido por Murilo Benício, presencia um dos encontros e reage de maneira impulsiva. Tomado pela raiva, ele avança com o carro em direção à farmacêutica.

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Leonardo, ao perceber o perigo, empurra Viviane para protegê-la, mas acaba sendo atingido. A cena gera desespero e coloca o empresário no centro de uma grave acusação, feita pela própria jovem.

O episódio marca um ponto de virada na narrativa e intensifica o conflito envolvendo o vilão, que passa a enfrentar consequências diretas de suas atitudes. A sequência também reforça a fragilidade das relações construídas ao longo da trama, evidenciando como decisões passadas podem impactar o presente de forma decisiva.

Ao comentar o comportamento do personagem, Murilo Benício também deu sua opinião sobre questões sociais, incluindo a homofobia, ao refletir sobre mudanças culturais ao longo do tempo.

Ele afirmou que não acredita em uma redenção para Ferette, destacando que cresceu em um período em que muitos preconceitos eram naturalizados e pouco questionados, acrescentando que, até hoje, busca rever e desconstruir aprendizados daquele contexto.

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Escrito por

Fabiana Batista Stos

Jornalista digital, com mais de 10 anos de experiência em criação de conteúdo dos mais diversos assuntos. Amo escrever e me dedico ao meu trabalho com muito carinho e determinação.